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AGRADECIMENTO

É com grande alegria e satisfação a que viemos agradecer a presença de todos!

Foi um encontro realmente especial. Sem sombra de dúvida, atingimos um dos nossos objetivos que é divulgar com aprendizado as nossas brincadeiras e jogos populares, como descreve o nosso tema.

Agradecemos aos amigos que fazem parte dessa Equipe de garra e compreensão. Ainda em tempo, pela parceria e contribuição de ótimas energias dadas pelos nossos professores, auxiliares, colaboradores da limpeza e administrativo. Tivemos momentos de alegria, emoção, satisfação, ansiedade, discussão… mas, no fim tudo acabou bem, como planejamos e aproveitando pedimos desculpas pela correria e palavras mal colocadas em alguns momentos durante a organização. Lembrando que mesmo assim tudo isso ainda faz parte… nos serve como aprendizado.

Foram realmente dias maravilhosos e perfeitos de troca, partilha e profunda conexão com a essência da energia que todos compartilharam.

E isso nos deixa mais e mais entusiasmos e firmes no propósito para realização de mais eventos como este em nossa trajetória no Colégio Pró _ Futuro.

Ufa!!! Vitoria alcançada!!!

Agradecemos de coração a cada pessoa que fez parte de todo esse grande encontro.

Atenciosamente,

Coordenação/SOE.

 

 

Um presente de NATAL!

 

 

 

matutino

 

Preservação da natureza!!!

 

Um show de culturas!!!

 

 

 

 

A permanência de um filho em uma clinica pode gerar muita angustia nos pais e, se eles não permitirem serenidade ao doente, será muito difícil diminuir a ansiedade da família. Por isso, é importante que você e seu parceiro procurem se acalmar e não se deixem esgotar. Definam turnos entre vocês e procurem fazer com que cada um goze de um tempo fora da clínica.

Se a hospitalização não for uma urgência, prepare a criança, explique que passara alguns dias fora de casa, façam juntos a mala, levem brinquedos.

Se for por muito tempo, a criança pode sentir que esta a mercê da doença; deixe-a brincar com coisas que lhe permitam controlar a situação, como, por exemplo, ler livros que ela já conhece.

Façam-na saber que vocês confiam nos médicos e nas enfermeiras que a atendem. Se tiver irmãos e não for conveniente que o visitem na clinica ou se não for permitido, explique ao doente que eles o amam, mas não podem estar ali. Permita que converse por telefone ou faça com que lhe enviem desenhos ou cartas. Esse apoio é muito importante.

É possível que, ao voltar para casa, a criança tenha regressões, como urinar na cama, precisar de fraldas ou ter pesadelos. Esses fatos são normais, não censure seu filho.

É bom deixá-lo brincar de médico ou de hospital; muitos fazem isso quando chegam a casa, para assimilar a experiência que tiveram e sentir que foram capazes de supera-la e lidar com ela.

Se a situação for grave, diga a verdade a criança, sempre. Procure livros ou explicações dos médicos que a ajudem a responder as inquietudes dela. E diga-lhe que você sempre estará ao seu lado.

 

 

Lembre-se

             Não espere que seu filho esteja muito doente para levá–lo ao médico. Os exames periódicos são muito úteis para garantir o bom desenvolvimento físico e emocional.

 

fonte: livro dos pais – 1º ano – ciências

“A paciência é a arte da esperança”

 

Preso por lutar contra o apartheid, Nelson Mandela passou vinte anos em prisões da África do Sul. Apesar de viverem durante todos esses longos anos em condições degradantes de abuso e de falta de comida (quando chegou a inframe prisão de Robins Island, os guardas urinavam em cima dele e diziam “Voce vai morrer aqui”), eles nunca se voltou contra os brancos. Nunca desistiu do sonho de uma sociedade em que negros e brancos pudessem viver na liberdade e harmonia, e nunca perdeu a esperança de um dia ser libertado.

Escreveu em um diário que mantinha na prisão: “um  dia voltarei a sentir a grama sob meus pés e caminharei ao Sol como um homem livre.” Para ele, esperança significava “manter a cabeça voltada para o sol e o pés se movendo para frente. Houve muitos momentos de desespero em que minha fé  na humanidade foi severamente testada, mas eu não podia me entregar ao desespero.”

Na tribo de Mandela, são os avós que dão nome aos netos. Quando nasceu sua neta, ele, que  não vira sua filha por quase duas décadas, deu-lhe o nome de Azwie – Esperança. “Esse nome tinha  um significado especial para mim”, escreveu em sua autobiografia Longo caminho para a liberdade, “porque durante todos os meus anos na prisão a esperança nunca me abandonou. Eu tinha certeza de que essa criança faria parte de uma nova geração que essa criança faria parte de uma nova geração de sul-africanos para os quais o apartheid seria uma memória distante.”

Após dez mil dias, aos setenta e um anos, Nelson Mandela foi finalmente libertado e partiu para conduzir a África do Sul a uma verdadeira democracia, sem o extenso assassinato de brancos  por negros que a minoritária população branca temia. “Nunca deixei de acreditar que essa grande transformação ocorreria”, disse Mandela. “Eu sempre soube que, no fundo de todos os corações humanos, há compaixão e generosidade… A bondade humana  é uma chama que pode ser abafada, mas jamais extinta”.

A vida de Nelson Mandela  é um dos maiores exemplos do poder da paciência. Com calma e persistência, ele ajudou a realizar um milagre para si mesmo e para os outros 43 milhões de negros e brancos que vivem na África do Sul. Em seu discurso de posse como presidente, ele elogiou “as pessoas simples e humildes destes pais. Vocês demonstram uma grande calma e paciente determinação para reivindicar  este pais como seu”.

Sob extrema  pressão, Nelson Mandela se valeu de algo vital no espírito humano: a capacidade de ter esperança que nos permite trabalhar pacientemente por um objetivo que talvez nunca seja alcançado.

 

fonte: Livro dos Pais – 5ª ano – Geografia

 

 FAMÍLIA BASE SÓLIDA!!!

 

 

 

 

Descobrimos através de estudos de textos de Emília Ferreiro e Esther Pillar que alfabetizar vai além de um pouco de decodificar símbolos e sons. Diante disso constatou-se que a criança cria suas próprias regras e suas hipóteses que envolvem assim:

 

Pré – silábica:

A escrita é a representação da realidade. O que se escreve é o objeto e não a palavra. A escrita não está regulada por diferenças ou semelhanças entre os significados sonoros. Ela é a alheia entre grafias e sons. Podemos perceber este momento na escrita das crianças do maternal quando o desenho aparece, como uma das formas privilegiadas de representação gráfica. Ela não compreende que a escrita representa a fala, os sons palavras e não os objetos que o nome se refere.

“Coisas grandes, tem nome grande. Coisas pequenas, tem nome pequeno.”

EAES OE (papai do céu)

XTCNB (papa esse Brasil)

 

Silábica:

Neste momento a criança descobre que, o que se escreve é a palavra e não o objeto. Ela passa a compreender que há diferença na pauta sonora das palavras.

Ela já percebe o momento silábico, mas não estabelece ainda a correspondência precisa entre os sons e o numero de letras para compor nas crianças do Jardim I.

AO (carro)

OEA (boneca)

AAAA(barata)

 

Silábica – Alfabética:

É uma fase de transição. A criança começa a perceber que uma sílaba não corresponde apenas a uma grafia. A criança intui o sistema alfabético, mas, ainda pensa silabicamente. São na grande maioria crianças do Jardim II.

ETAEUMARQADIFEREDIU (esta é uma quadrilha diferente)

Coorprtva (cooperativa)

 

Alfabética:

A criança compreende o sistema estabelecido e pode-se dizer que adquiriu a conceitualização da alfabetização, a partir deste momento, ainda que não tenha o domínio do código, este será facilmente assimilável. São em maioria as crianças do 1ºano (antigo Jardim III).

Para que todas essas hipóteses aconteçam com tranquilidade, o Colégio oferece um ambiente com as mais variadas experiências. Como? Através de conversas sobre desenhos, pintura, modelagem, etc.

Brincando com as letras e palavras, contando suas experiências, ouvindo as histórias reais e propostos pelo grupo ou professora, descobrindo o corpo, e o que podem fazer com ele -  dramatizar, pular, rolar, soltar, enfiar, abotoar, amarrar, contar e, sobretudo construir regras de comportamento sociais e  afetivos.

O lógico-matemático está inserido neste processo, pois, a todo instante se fala de números, conjuntos e operações.

Preconceito Racial:
“Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos,haverá guerra”.
(Bob Marley)

O preconceito racial é o que mais se abrange em todo o mundo, pois as pessoas julgam as demais por causa de sua cor, ou melhor, raça. Antigamente, era comum ver-se negros africanos acompanhados de belas louras nórdicas ou de outras partes da Europa. Não existia o menor preconceito entre esses casais nem em relação a eles. Para os brasileiros, porém, era algo inédito e escandaloso; faziam-se piadas insinuando que o sucesso dos negros se devia ao fato de que eram muito bem dotados anatomicamente para o sexo. Uma visão preconceituosa típica, que procurava desqualificar o negro e que escondia, às vezes, uma boa dose de inveja.
Os negros e asiáticos que iam estudar na Europa, no entanto, eles possuíam uma cultura igual ou superior a de qualquer estudante branco, uma vez que haviam freqüentado boas escolas, indo finalmente aprimorar seus estudos na Europa ou nos Estados Unidos. Não havia nenhuma desigualdade educacional que dificultasse uma estreita convivência com eles.
No Brasil, pretende-se erradicar o preconceito racial e o racismo com leis. Só a educação poderá esclarecer a todos, sobretudo aos brancos, o que representou para a raça negra o que lhe foi imposto pelo tráfico escravista. A Igreja se julgava com o direito de catequizar aqueles que nada sabiam da religião católica. O Governo nada fez, depois da Abolição, para dar aos ex-escravos condições de estudar e conquistar um lugar na sociedade. O Brasil está muito longe de ser um país onde todos sejam iguais. O espaço e a visibilidade que o negro tem em nossa sociedade, não permitem que ele sirva de referência. Estudos realizados pelo IBGE mostram que no Brasil os brancos recebem salários superiores, cerca de 50%, aos recebidos pelos negros no desempenho das mesmas funções, e que o índice de desemprego desses também é maior. No campo da educação, o analfabetismo, a repetência, a evasão escolar são consideravelmente mais acentuados para os negros.
No Brasil, a cor qeu mais se abrange é a Branca, sendo eles 53,3 %, e se destacando mais na região Sul de nosso país. Em seguida, vem a população de cor Parda, com 40,5 %, e sendo em maior parte na região Norte. Depois, vem as populações em menoria, que são da cor Preta que são as que mais sofrem com o preconceito racial, com 5,6 %, e se destacando na região Sudeste do Brasil, e da cor Amarela e Indígena, com 0,6 % em todo o Brasil, com maior parte na região Centro-Oeste.
Com tudo isso, percebemos que o preconceito é um dos problemas mais graves em todo o mundo, e que as pessoas precisam conhecer melhor as pessoas, indiferente da cor ou raça, sendo branco, preto, índio ou qualquer outro tipo, devemos respeitar e zelar pelo próximo.(Fonte:http://www.coladaweb.com/sociologia/preconceito-racial).

No Ambiente Escolar:
A proposta de uma educação voltada para a diversidade coloca a todos nós, educadores, o grande desafio de estar atentos às diferenças econômicas, sociais e raciais e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpretá-las.
Nessa proposta educacional será preciso rever o saber escolar e também investir na formação do educador, possibilitando-lhe uma formação teórica diferenciada da eurocêntrica. O currículo monocultural até hoje divulgado deverá ser revisado e a escola precisa mostrar aos alunos que existem outras culturas. E a escola terá o dever de dialogar com tais culturas e reconhecer o pluralismo cultural brasileiro.
Talvez pensar o multiculturalismo fosse um dos caminhos para combater os preconceitos e discriminações ligados à raça, ao gênero, às deficiências , à idade e à cultura, constituindo assim uma nova ideologia para uma sociedade como a nossa que é composta por diversas etnias, nas quais as marcas identitárias, como cor da pele, modos de falar, diversidade religiosa, fazem a diferença em nossa sociedade. E essas marcas são definidoras de mobilidade e posição social na nossa sociedade.
Nós, como educadores, temos a obrigação não só de conhecer os mecanismos da dominação cultural, econômica, social e política, ampliando os nossos conhecimentos antropológicos, mas também de perceber as diferenças étnico-culturais sobre essa realidade cruel e desumana.
Olhar a especificidade da diferença é instigá-la e vê-la no plano da coletividade. Pensar numa escola pública de qualidade é pensar na perspectiva de uma educação inclusiva. É questionar o cotidiano escolar, compreender e respeitar o jeito de ser negro, estudar a história do negro e assumir que a nossa sociedade é racista. Construir um currículo multicultural é respeitar as diferenças raciais, culturais ,étnicas, de gêneros e outros. Pensar num currículo multicultural é opor-se ao etnocentrismo e preservar valores básicos de nossa sociedade.
A realidade que enfrentamos hoje é perversa. Olhamos crianças miseráveis perambulando pelas ruas das grandes cidades, vemos pela TV e jornais o sofrimento de crianças afegãs, meninas sendo prostituídas no Brasil e na Ásia e em outros países, massacres que transformam a segurança dos poderosos em insegurança para todos nós. Ninguém exige respostas para tantas desgraças, mas de todos nós exigem um comprometimento pessoal por uma humanidade mais justa e solidária. Curiosamente sempre estamos procurando um culpado por todos esses problemas. Além disso, podemos observar no nosso cotidiano flagrantes e atitudes preconceituosas nos atos, gestos e falas. E, como não poderia ser diferente, acontece o mesmo no ambiente escolar.
O nosso cotidiano escolar está impregnado do mito da democracia racial – um dos aspectos da cultura da classe dominante que a escola transmite-, pois representa as classes privilegiadas e não a totalidade da população, embora haja contradições no interior da escola que possibilitam problematizar essa cultura hegemônica, não desprezando as diversidades culturais trazidas pelos alunos. Assim, apesar de a escola inculcar o saber dominante, essa educação problematizadora poderia tornar mais evidente a cultura popular.

O Que a Escola Deve Fazer?(Qual o seu papel?)
Nessa proposta multicultural, a escola poderá elaborar um currículo que permita problematizar a realidade. Mesmo não sendo o único espaço de integração social, a escola poderá possibilitar a consciência da necessidade dessa integração, desde que todos tenham a oportunidade de acesso a ela e possibilidade de nela permanecer.
A educação escolar ainda é um espaço privilegiado para crianças, jovens e adultos das camadas populares terem acesso ao conhecimento científico e artístico do saber sistematizado e elaborado, do qual a população pobre e negra é excluída por viver num meio social desfavorecido.
A escola é o espaço onde se encontra a maior diversidade cultural e também é o local mais discriminador. Tanto é assim que existem escolas para ricos e pobres, de boa e má qualidade, respectivamente. Por isso trabalhar as diferenças é um desafio para o professor, por ele ser o mediador do conhecimento, ou melhor, um facilitador do processo ensino- aprendizagem. A escola em que ele foi formado e na qual trabalha é reprodutora do conhecimento da classe dominante, classe esta, que dita as regras e determina o que deve ser transmitido aos alunos. Mas, se o professor for detentor de um saber crítico, poderá questionar esses valores e saberá extrair desse conhecimento o que ele tem de valor universal.
Na maioria dos casos, os professores nem se dão conta de que o país é pluriétnico e que a escola é o lugar ideal para discutir as diferentes culturas, e suas contribuições na formação do nosso povo. Eles também ignoram que muitas vezes as dificuldades do aluno advêm do processo que está relacionado à sua cultura, tão desrespeitada ou até ignorada pelos professores.
A nossa escola é baseada numa visão eurocêntrica, contrariando o pluralismo étnico-cultural e racial da sociedade brasileira. E os educadores e responsáveis pela formação de milhares de jovens na sua grande maiorias são vítimas dessa educação preconceituosa, na qual foram formados e socializados. Esses educadores não receberam uma formação adequada para lidar com as questões da diversidade e com os preconceitos na sala de aula e no espaço escolar.
A pequena quantidade de alunos negros nas escolas é resultado, na realidade, da desigualdade praticada pela instituição escolar e pelo próprio processo de seu desenvolvimento educacional. Também a prática seletiva da escola silencia sobre as diferenças raciais e sociais, provocando a exclusão do aluno de origem negra pobre, dos portadores de necessidades especiais e de outros.
Trabalhar igualmente essas diferenças não é uma tarefa fácil para o professor, porque para lidar com elas é necessário compreender como a diversidade se manifesta e em que contexto. Portanto, pensar uma educação escolar que integre as questões étnico-raciais significa progredir na discussão a respeito das desigualdades sociais, das diferenças raciais e outros níveis e no direito de ser diferente, ampliando, assim, as propostas curriculares do país, buscando uma educação mais democrática.
Embora saibamos que seja impossível uma escola igual para todos, acreditamos que seja possível a construção de uma escola que reconheça que os alunos são diferentes, que possuem uma cultura diversa e que repense o currículo, a partir da realidade existente dentro de uma lógica de igualdade e de direitos sociais. Assim, podemos deduzir que a exclusão escolar não está relacionada somente com o fator econômico, ou seja, por ser um aluno de origem pobre, mas também pela sua origem étnico-racial.

Fonte:http://www.espacoacademico.com.br/007/07oliveira.htm

Sugestão de atividades

Lucimar Rosa Dias, especialista em Educação e relações raciais, doutoranda em Educação pela Universidade de São Paulo e membro da Comissão Técnica Nacional de Diversidade para Assuntos Relacionados à Educação dos Afro-Brasileiros, do Ministério da Educação, e Waldete Tristão Farias Oliveira, coordenadora pedagógica do Centro de Educação Infantil Jardim Panamericano e formadora de professores, sugerem as seguintes atividades para promover ações afirmativas e combater o preconceito e a discriminação em sala de aula.

RODAS DE CONVERSA
Reunir os pequenos em uma roda abre espaço para conhecê-los melhor. Para entender as relações de preconceito e identidade, vale a pena apresentar revistas, jornais e livros para que as crianças se reconheçam (ou não) no material exposto. A roda é o lugar de propor projetos, discutir problemas e encontrar soluções. Também é o melhor espaço para debater os conflitos gerados por preconceitos quando eles ocorrerem. Nessa hora, não tema a conversa franca e o diálogo aberto.

CONTOS
A contação de histórias merece lugar de destaque na sala de aula. Ela é o veículo com o qual as crianças podem entrar em contato com um universo de lendas e mitos e enriquecer o repertório. Textos e imagens que valorizam o respeito às diferenças são sempre muito bem-vindos.

BONECOS NEGROS
As crianças criam laços com esses brinquedos e se reconhecem. É interessante associar esses bonecos ao cotidiano da escola e das próprias crianças, que podem se revezar para levá-los para casa. A presença de bonecos negros é sinal de que a escola reconhece a diversidade da sociedade brasileira. Caso não encontre bonecos industrializados, uma boa saída é confeccioná-los com a ajuda de familiares.

MÚSICA E ARTES PLÁSTICAS
A música desenvolve o senso crítico e prepara as crianças para outras atividades. Conhecer músicas em diferentes línguas, e de diferentes origens, é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. E isso se aplica a todas as formas de Arte.

(http://cazangipedagoga.blogspot.com.br/2010/09/o-preconceito-racial-na-escola.html)

Eu Apoio essa IdéiaBullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

O bullying se divide em duas categorias:

a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos

b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.

As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.

As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.

Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.

(http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm)